Sunday, April 12, 2015

DO BOM AO MELHOR

Por Natalie Gingerich Mackenzie

A disciplina fez da americana Gwen Jorgensen uma boa nadadora. O talento a tornou uma estrela das pistas. Quando estas duas habilidades foram combinadas com a sua persistência na bike, ser uma triatleta campeã mundial foi apenas o próximo estágio.

A forma com que Gwen Jorgensen costuma treinar na piscina, você deve estar pensando que a natação foi apenas o atalho para ela participar das Olimpíadas. Na escola, a moreno de aproximadamente 1m77 de Wisconsin (EUA) registrava suas voltas bem cedo, às 5am, antes de entrar para as aulas na escola, e depois retornava para uma segunda sessão a tarde. Duas vezes ao dia é exatamente seu ritmo quando você tem metas grandiosas, como competir na maior Etapa do Mundo (A ambição de Jorgensen desde que tinha 8 anos). Sua ética e comprometimento é inegável, sem falar que a sua performance é muito mais que extraordinária.

“Eu tentei de tudo para ter sucesso na natação, mas eu sentia que não era o suficiente" reclama Jorgensen, agora com 28 anos, que modestamente não citou que ela foi a campeã da conferência e tetracampeã MVP por sua equipe na escola. Suas estatísticas impressionantes na natação não a levaram à University of Wisconsin em Madison. Não importava o quanto ela tentava sobressair-se na equipe de sua escola, a natação não era algo tão natural para ela, como a corrida era. Na baixa temporada de natação, ela era uma estrela das pistas. Bem como ela amava a água, a terra era o seu elemento, que foi o que a levou nos primeiros anos de escola a focar-se totalmente nas pistas.

“EU SABIA O QUANTO ERA DIFÍCIL SER BOA.”

"Eu fiz um contrarrelógio e dentro de uma semana eu estava quase chegando na minha meta. Um ano mais tarde, eu estava no NCAAs,” diz Jorgensen, que competiu 3x no Campeonato NCAA na pista e 2x no cross country. Talentosa ou não, todos nós não temos dúvidas sobre como é difícil a realidade de seguir a vida como corredora profissional. Quando estava quase recebendo seu diploma em Maio/2009, ela permanceu em Madison para progredir com seus estudos em contabilidade e conseguiu um trabalho na Ernst and Young como CPA depois de se formar. Quando Barb Lindquist do USA Triathlon (USAT) mais tarde sugeriu que o quase-legal trithlon Olímpico (1500m natação, 40K bike e 10K corrida) poderia ser a que formaria a carreira da atleta, Jorgensen sorriu.

“Eu sabia o quão difícil era ser boa.” nos conta Jorgensen, que já estava sentindo abalada pelos outros dois esportes. Mas Lindquist, uma membro da equipe americana do Campeonato Mundial de Triathlon de 2004 e Olímpica, não estava destinada a entregar os pontos. Ela sabia que neste papel, a habilidade extraordinário de corridas de Jorgensen e a extensiva experiência na natação foram aditivos, mesmo que ela não tivesse uma bike propriamente. A implacabilidade de Lindquist foi determinante. Jorgensen relutante inscreveu-se e começou a aprender como pedalar, treinando até 14 horas por semana, alternando entre seu trabalho semanal de 40 horas com contadora. Lindquist a apresentou a um treinador local de triathlon e Jorgensen fez amizade com Tom Schuler, um ciclista aposentado pró e participante de duas Olipíadas, ao qual demostrou interesse pessoal em seu sucesso.

“Eu conheci Jorgensen quando ela tinha 23 anos, a mesma idade de meu filho, e assim enxerguei uma seriedade rara nela" ela conta. “Há milhões de pessoas que têm um talento natural. Mas não importa o quanto fisicamente talentosa você é, você tem de ser séria." Sua determinação e disciplinas únicas inspiraram Schuler, que não era seu treinador de profissão, mas foi assim que Jorgensen ingressou como uma ciclista novata.

“Quando começamos, ela caia em cada pedal no pelotão" diz ele. “Não era nada aceitável isso. Ela não poderia cair nos treinos em grupos locais se ela estava determinada a ser uma das melhores triatletas do mundo.” Jorgensen humildemente confirmou suas preocupações iniciais: “Começando pela bike de estrada, eu parecia uma boba. Eu iria cair em todas as paradas nos semáforos porque eu não sabia desclipar. Coisas básicas, como consertar um pneu, eu não tinha a menor ideia de como fazer.”

“ “COMEÇANDO PELA BIKE DE ESTRADA, EU PARECIA UMA BOBA. EU IRIA CAIR EM TODAS AS PARADAS NOS SEMÁFOROS PORQUE EU NÃO SABIA DESCLIPAR.”

GGradualmente, a confiança de Jorgensen foi aumentando, e em Março/2010 ela viajou para Clermont/Fórida(EUA) para seu primeiro triathlon competitivo. Um fantástico oitavo lugar foi um cartão amarelo para ingressar na elite, e dois meses mais tarde, ela espetacularmente saltou para o segundo lugar na International University Sports Federation (FISU) World University Championships, em Valencia, Espanha. No fim de 2010, USAT nomeou Jorgensen a "Novata do Ano".

Sem a sabedoria impagável de Schuler de como aplicar e desenvolver as forças de Jorgensen, não seria possível que ela caminhasse tão rápido no triathlon. Mas todo o conselho que ele tinha dado a ela até então, não seria melhor que o fato dela trabalhar na visita com o ciclista pró Patrick Lemieux durante um pedal de grupo em 2011. Seu palpite de que os dois poderiam ocasasionar algo foi certeiro: Jorgensen e Lemieux foram a um encontro logo naquela noite.

Claramente algo deu um clique não somente para Lemieux, que começou um romance por telefone com Jorgensen ao ligar para ela todas as noites de sua casa em St. Paul, (a oeste de Milwaukee). O ciclismo começou a ficar mais natural para Jorgensen, que estava prestes a completar sua transformação ao tornar-se uma verdadeira desafiadora das três modalidades no circuito de corrida de triathlon. No final de 2011, ela se absteve de seu trabalho para encontrar-se com suas novas habilidade descobertas. Naquele inverno, ela participou das séries de Campeonato Mundial de 2011 em Londres e fechou em segundo, lugar, virando a cabeça de seus pares e chamando a atenção no cobiçado time americano olímpico.

Claramente algo deu um clique não somente para Lemieux, que começou um romance por telefone com Jorgensen ao ligar para ela todas as noites de sua casa em St. Paul, (a oeste de Milwaukee). O ciclismo começou a ficar mais natural para Jorgensen, que estava prestes a completar sua transformação ao tornar-se uma verdadeira desafiadora das três modalidades no circuito de corrida de triathlon. No final de 2011, ela se absteve de seu trabalho para encontrar-se com suas novas habilidade descobertas. Naquele inverno, ela participou das séries de Campeonato Mundial de 2011 em Londres e fechou em segundo, lugar, virando a cabeça de seus pares e chamando a atenção no cobiçado time americano olímpico.

“Há somente algumas pessoas que sabem o quanto Patrick e Jamie trabalharam duro por mim,” ela escreve. “Eu não gostaria de celebrar. Eu queria que ELES celebrassem. ” Neste momento, Lemieux deixou o ciclismo pró para ser o suporte de tempo integral de Jorgensen, conzinhando sistematicamente suas refeições, lavando as roupas, embalando sua Specialized Amira customizada para as viagens e fazer com que ela sentisse 100 porcento cuidada. Em Outubro, ele solidificou tomou a decisão em pedir ela em casamento bem em um dos seus destinos preferidos de férias, em Cable (EUA). Então ele colocou seus sonhos pessoas esportivos de lado para comprometer-se com Jorgensen. Ela não queria que as pessoas o chamassem de um marido altruísta.

“Eu me vejo como realmente como um bom funcionário" conta Lemieux, que adora as vantagens do trabalho de Jorgensen, também. A corrida do último ano levou o casal a todos os continentes, exceto pela Antártica. Viajar e pedalar pelo mundo com a mulher que se ama parece ser uma grande oportunidade por um pequeno preço a ser pagar ao ter certeza que sua esposa e sua bike tiveram todo o cuidado necessário. A parte mais difícil para Lemieux, ele admite, é o que foge do controle.“Quando Gwen tem uma corrida ruim, é realmente muito estressante. Quando as coisas não vão bem você tem que puxar os freios, dar um passo atrás, e perguntar-se "Nós fizemos o que realmente tínhamos que fazer?”

Agradecida por todas as oportunidades que a comunidade e as pessoas mais queridas tem dado a ela, Jorgensen, junto com seu recente marido, decidiram lançar um fundo escolar no último outono para ajudar o triatletas júniores de draft-legal e paraolímpicos. Eles investiram US$5,000 de seu próprio bolso no fundo, que cresceu para mais de US$20,000 graças às doações do ROKA Sports, USAT Foundation, e do New York Athletic Club.

“Toda a comunidade de triathlon tem realmente me dado muito mais nos últimos anos e gostaria de retornar um pouco disso” nos conta Jorgensen. “Triathlon é caro. Bikes são caras. Nós temos a esperança que poderemos trazer cada vez mais pessoas no esporte” A bolsa chamou a atenção de mais de 100 atletas. Somente 10 sortudos que mostrarem suas dificuldades pessoas, além de apresentar um plano criativo e afinidade com o estilo de vida multesporte foram escolhidos para receberem uma ajuda de custos no início de Dezembro. Ela planeja oferece novamente esta bolsa em 2015.

Com os jogos Olímpicos do Rio em 2016 chegando, Jorgensen está permitindo-se sonhar grande novamente. Mas ela está tomando precauções de não falhar, também. “Obviamente eu quero ir para as Olimpíadas. Eu quero ganhar uma medalha de ouro" diz ela. “É pra isso que eu trabalho. Mas quando eu olho para trás nestes últimos 20 ou 30 anos, se eu for bem ou não, seja lá o que acontecer, será apenas uma grande experiência. Patrick e eu estamos dispostos a viver neste mundo fantasioso e visitar tantos lugares que pudermos, viver muitas coisas incríveis. Eu ainda não acredito que posso viver isso em minha vida.”

GWEN'S GEAR

S-WORKS PREVAIL
""Eu amo o Prevail porque é muito leve e eu nem mesmo noto quando estou usando ele. Eu uso o fecho magnético para rapidamente encaixar, e que ajuda muito nas rápidas transições. Eu gosto tanto do meu capacete que você poderá até ver eu usando meus tênis com este capacete na cabeça!"

S-WORKS TRIVENT
"Nas corridas da ITU, vestir as sapatilhas rapidamente é vital. Specialized mudou o jogo ao lançar estas sapatilhas e eu as uso desde então."

PORTA-COISAS KEG
"Esta garrafa compartimento carrega meu kit extra que contém: câmara, co2 ou bomba portátil e uma multiferramenta: Sempre tem que ser a mais preparada em seu grupo"